sábado, 11 de fevereiro de 2012

Ai se eu te pego

Este bocado de texto foi escrito à mão nas primeiras horas da madrugada de hoje.

Ora bem, por paciência a mais, as coisas não mudam. Tenha paciência, tenha paciência, e fica tudo na mesma. E a minha paciência tem-se reduzido bastante. Cada vez que olho para a televisão, ou algo do género, o meu stock de paciência baixa.

Enquanto isso, na Europa produz-se merda a ritmos nunca vistos. E a merda de melhor qualidade da Europa, pelo menos ultimamente, tem sempre um cérebro alemão por detrás, desde a señorita Merkel, ao novo presidente do parlamento europeu, o Sr. Martin Schulz. Este mesmo senhor que protagonizou uma memorável cena há uns anos atrás nesse mesmo parlamento europeu com il Cavaliere, Silvio Berlusconi, agora ensinou-me uma palavra em alemão, o vocábulo que significa declínio. Mais, ensinou-me que esta palavra e Portugal combinam muito bem. Mas o grande homem alemão, digamos assim, ainda é uma mulher, e que também se esqueceu de onde termina a fronteira alemã. Entretanto, por cá, o senhor Ervas, hey sorry brother, ando a pensar em erva pá, o senhor Relvas, fez aquilo a que os media costumam chamar de desvalorização das declarações de outrém. Eu percebo pá, que tens de manter o teu status quo pá, que tens de continuar a ter a comunicação social toda na pata pá, como se viu no curiosamente abafado caso do Pedro Rosa Mendes, cujo espaço na rádio pública foi suspenso, eu compreendo pá, mas vai-te a eles Relvas, ou pelo menos a ela pá, à Merkel. Já sabes que nós portugueses adoramos a senhora. Se não fores tu, alguém irá pá. Talvez até eu pá. Adoro-te Merkel. Ai se eu te pego, Angela.