quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Stevie Ray Vaughan


Este post completa, de certo modo, o anterior, já que explica como é que eu fui parar ao 'Revolver' dos Beatles tanto tempo depois. Acontece que há cerca de 2 ou 3 semanas, resolvi ouvir 'Greatest Hits' do Stevie Ray Vaughan e os Double Trouble. E é que a primeira música desta colectânea é um cover do 'Taxman' dos Beatles, escrita pelo George Harrison, e que é a primeira faixa do 'Revolver'. Agora quanto ao álbum do Stevie Ray Vaughan, convém dizer à partida que gosto de Blues, apesar de não ser um grandíssimo fã. Mas se for mais Blues-Rock, como é o caso do Stevie Ray Vaughan e de outros, mas principalmente ele, é um estilo que adoro. E este greatest hits é soberbo. Soa mesmo como se estivesse a chegar a nossa casa vindo do interior do Texas. Voltarei ao Stevie Ray Vaughan futuramente com outros álbuns. Agora, é ouvir!

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Revolver



Durante a última semana tenho ouvido 'Revolver' dos Beatles, de 1966, com alguma frequência. Julgo que já não ouvia na íntegra este álbum desde há, no mínimo, três anos atrás. Confesso que não me agradou muito. O álbum dos Beatles anterior ao 'Revolver' foi 'Rubber Soul', um álbum que apesar de ter muito boas músicas, ainda está mais próximo daquela que foi a primeira cara dos Beatles em termos musicais. Quanto a este Revolver, tido como a primeira grande revolução musical da banda, simplesmente não me tinha agradado. Contudo tenho-o ouvido quase todos os dias na última semana, e acho que já posso dizer que a minha opinião mudou. E mudou muito. Ora vamos lá ver: Tem várias músicas já algo rockers. A abertura é com o 'Taxman' do Harrison, que contribui com três músicas neste álbum, incluindo 'Love you To', a primeira música de influência indiana que ele fez. Segue-se o clássico 'Eleanor Rigby', e a seguir, talvez a minha preferia do disco, 'I'm only sleeping' do Lennon. O 'flip side' do disco é, a meu ver, de qualidade inferior ao lado A. Mas aquilo que fica, é que há uma semana atrás este era um álbum dos Fab 4 ao qual a minha atenção musical não ia parar. Se quisesse ouvir os Fab 4, escolhia outro. Agora, vou ter de ponderar antes de escolher que disco devo por a tocar. Ainda não o vejo da mesma maneira com que olho o 'White album' ou o 'Abbey Road', (talvez olharei um dia destes, quem sabe), mas é muito bom. Rendo-me à evidência de um mau primeiro juízo! Foi mesmo aqui que a revolução musical dos 4 de Liverpool começou.