terça-feira, 24 de março de 2015

Herberto Helder

Faleceu hoje o poeta Herberto Helder. Confesso que não sou um grande conhecedor da obra. Li apenas o livro 'Photomaton & Vox'. Também tenho por aqui 'Os Passos em Volta', que nunca li. Sou capaz de o fazer um dia destes. O nosso país fica profundamente mais pobre sem esta grande figura da poesia portuguesa e mundial.

terça-feira, 17 de março de 2015

Maiden Voyage

Li nalgum sítio que passam hoje 50 anos sobre o lançamento de 'Maiden Voyage' do Herbie Hancock em 1965, possivelmente um dos maiores discos da história do Jazz, um dos vários momentos ímpares da carreira de um dos maiores teclistas Jazz de sempre. Tal como no excelente álbum 'Empyrean Isles' de 1964 o que nos é apresentado é um Modal Jazz bastante lírico, entrecortado nalguns sítios por traços típicos do Hard Bop. Daqui saiu um standard intemporal com o mesmo nome do álbum. Excelente. Um daqueles discos de Jazz ao qual se volta sempre passado algum tempo.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Álbum do dia - Miradouro de Júlio Pereira

Estou a escutar um álbum que nunca tinha ouvido antes, 'Miradouro' do Júlio Pereira, de 1988. Se não fosse a internet e o Youtube nunca o teria ouvido, possivelmente. Quanto ao álbum, tem mais coisas sintetizadas e variedade instrumental do que os mais conhecidos álbuns focados na exploração de um instrumento, como os anteriores 'Cavaquinho' e 'Braguesa', este 'Miradouro' é mais na linha de um outro álbum que eu já conhecia 'Os Sete Instrumentos' de 1986. Uma excelente obra da música tradicional portuguesa, por um dos seus maiores expoentes. Concluindo, achei excelente, gostei muito.

domingo, 8 de março de 2015

Mais uma Vitória

Somámos mais uma vitória, 3-1 ao Guimarães. A propósito das declarações do treinador do Vitória de Guimarães no fianl do jogo, tenho a dizer uma série de considerações que passo a enumerar. 2 das expulsões que foram assinaladas ao Vitória de Guimarães foram em tempo de compensação com o resultado decidido, já em 3-1. Uma delas, a última é completamente errónea, sendo que deveria apenas ter sido atribuído um cartão amarelo. Quanto à outra expulsão em tempo de compensação, o jogador do Vitória de Guimarães pisa ostensivamente um jogador do Boavista, levando segundo amarelo. O jogo, conforme disse, estava, a meu ver decidido, por isso até dou de barato que o árbitro não mostrasse esse cartão amarelo. Foquemo-nos então ao que aconteceu antes. O jogador Bernard, já tendo amarelo, empurra o Afonso na pequena lua da área. Claro que o Afonso se atira para o chão, mas está lá a mão nas costas, e a ser falta, tem que ser amarelo. O jogador Tomané, já tendo amarelo, pontapeia o Idris com uma stickada que tem de ser inequivocamente punida com cartão amarelo quando o jogo estava em 2-1. Quanto ao lance do 3-1, o Zé Manel domina efectivamente a bola com a mão, depois do André ter dado um ligeiro toque no Zé Manel, que o desequilibra e causa o toque com a mão. Eu gosto de quem deixa jogar, por isso até acho que a decisão acertada, pois a para o jogo, teria de ser falta do André e consequente expulsão, com o jogo ainda em 2-1. Por isso, não compreendo o que disse o treinador do Vitória de Guimarães. Até dou de barato as duas últimas expulsões, uma delas claramente errónea, outra talvez exagerada numa altura em que o jogo está nos acréscimos, e o penalty inequívoco que resultou no golo do Vitória de Guimarães, tal como a expulsão inequívoca do Bernard, que se pôs a jeito ao empurrar um jogador adversário dentro da meia-lua; mas não dou de barato uma expulsão clara perdoada quando o jogo estava 2-1, nem o facto de o nosso terceiro golo ser claramente mão mas apenas depois de um toque do André que causa esse toque com a mão conforme descrevi atrás. Quando o jogo esteve 11 contra 11, o jogo foi disputado, com uma vantagem injusta do Vitória, um jogo para 0 a 0. Com 11 contra 10, o Boavista foi claramente melhor, e mereceu a Vitória. Vamos em frente que para a sermana há mais. Em Maio espero festejar tal como festejei no dia 18 de Maio de 2001.