segunda-feira, 4 de maio de 2015

Já está!

Ontem festejei como em 18 de Maio de 2001! Como tinha dito que faria num qualquer post anterior. Não acompanhei o jogo no santuário do Bessa. Acompanhei como pude pela rádio, no caso a Antena 1, não consegui apanhar outra que estivesse a acompanhar o jogo. Quando entrou o primeiro eu estava a passar algures em Adorigo, Tabuaço. Quando entrou o segundo estava parado numa enorme bicha em frente à Régua, no acesso à ponte velha, devido a uma corrida de bicicletas, enorme festa, com apitos e afins. Estava uns 20 metros mais à frente quando o Moreirense marcou, e tremi um bocadinho. O terceiro foi quando passava na estrada nacional 222 na freguesia de Barrô. Aquando do final do jogo estava a passar em Massora e Passarro, mesmo antes de entrar em Resende, uma festa que as poucas pessoas que estavam na rua, vendendo a célebre cereja de Resende, debaixo de um temporal feroz e de um nevoeiro denso, certamente não perceberam muito bem. Já perto de Entre-os-Rios, a festa ainda foi maior depois de ouvir as declarações emocionadas do nosso grande treinador, presidente, e o do nosso presidente da SAD, Álvaro Braga Júnior, que merece um lugar eterno nas páginas da história do nosso clube como presidente do clube num dos seus momentos mais difíceis. Os adeptos ajudaram, e muito, e qualquer boavisteiro tem que fazer uma menção especial aos Panetras Negras, mas eles são os grandes responsáveis juntamente com os jogadores claro, os jogadores que não valiam nada, que no início iam ser bombo da festa, perder com todos, record de golos sofridos, menos pontos, etc., mas que evoluíram de maneira incrível, que lhes permite garantir os objectivos com três jogos ainda por jogar e que são quem mais merece este sucesso. Daqui a 40 anos ainda saberei dizer os nomes dos heróis que vestiram a camisola axadrezada no ano do regresso e que, contra a expectativa de toda um comunicação social que os esperava ver falhar e deixar o Boavista cair, conseguiram concretizar os objectivos. É a Brava Dança dos Heróis. Agora é tempo de pensar na próxima época, que será, novamente, muito difícil. Deixo isso para quem sabe, depois de uma época em que eles souberam, e muito bem, o que faziam.

VIVA O BOAVISTA! 


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