segunda-feira, 7 de agosto de 2017

La Baguette

À passagem por Montmartre, ele passou pelo cemitério e entrou. Pegou no mapa, seguiu as áleas do enorme cemintério com os seus granitos escuros. A dada altura passou, e viu, Henri-Beyle. Seguiu e saiu. Comprou duas flores, uma vermelha e outra preta. Na taberna do Lúcio comprou uma baguette com presunto (de Parma). Ouviu Pink Floyd sentada num manto de verde relva. O tempo passou devagar... tanto a comer a baguette lenta ou a música que seguia ao ritmo de adágio... No dia seguinte, alguém passou por Montmartre à frente do amigo Henri-Beyle e segui sem grandes demoras. Comprou também uma baguette no Lúcio. Encontrou-a sentada na relva de sempre a ouvir Pink Floyd e a comer a baguette. Falaram. Ficaram amigos. Ouviram PInk Floyd, e ele passou a comer a mesma baguette que ela comia no Lúcio. Um dia, ele comprou duas flores, uma vermelha e outra preta. Ela então percebeu que ele também já pinha percebido.

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